23 de setembro de 2023
18 de setembro de 2023
Acho que a missão da mulher é assombrar, espantar. Se a mulher não espanta...De resto, não é só a mulher, todos os seres humanos têm que deslumbrar os seus semelhantes para serem um acontecimento. temos que ser um acontecimento uns para os outros. Então a pessoa tem que fazer o possível para deslumbrar o seu semelhante, para que a vida seja um motivo de deslumbramento. Se chama a isso sedução, cumpri aquilo que me era forçoso fazer.
Setembro 2023
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10 de setembro de 2023
Imagemde Fritsy for Beadazzled
O riso é a distãncia mais curta entre duas pessoas.
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18 de junho de 2023
12 de fevereiro de 2023
3 de julho de 2022
D'aprés i'album: "Le Septre d'Ottokar" de Hergé
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18 de junho de 2022
"Folio" de Gerd Renshof
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12 de junho de 2022
Tem tantos defeitos que o reconheço quase como um amigo íntimo, como um irmão, como um segundo eu.
Hergé
Exposição "100 anos de Hergé", Fundação Calouste Gulbenkian
2021
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19 de setembro de 2021
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20 de abril de 2021
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25 de janeiro de 2020
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19 de janeiro de 2020
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29 de setembro de 2019
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1 de setembro de 2019
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25 de maio de 2019
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6 de abril de 2019
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10 de fevereiro de 2019
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21 de novembro de 2018
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7 de outubro de 2018
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23 de setembro de 2018
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2 de setembro de 2018
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17 de agosto de 2018
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13 de junho de 2018
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3 de junho de 2018
Querida Mãe,
não há palavras para descrever o que tenho à frente. O monte Fuji numa imensidão que me preenche por dentro. Estou sentada numa plataforma no meio do lago a olhar para ele.
Entre mim e ele, dois pescadores de costas e um cisne. Um postal.
Abraço-te.
Tua filha, joana
Maio 2018
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20 de maio de 2018
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12 de maio de 2018
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28 de abril de 2018
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14 de abril de 2018
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17 de março de 2018
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11 de março de 2018
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3 de março de 2018
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17 de fevereiro de 2018
Paris
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4 de fevereiro de 2018
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21 de janeiro de 2018
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6 de janeiro de 2018
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1 de janeiro de 2018
Repito
O mistério daquele rosto prateado:
"Ai que bom era pensava p'ra comigo
Penetrá-la e saber o seu sentido".
Concebido por cientistas e inventores
P'a fazer um foguete, os serralheiros
Queria congregar, e os fundidores,
Os mecânicos e mais os carpinteiros.
Vou partir à descoberta
A Terra é a minha prisão
Quero desta vida incerta
A Lua na minha mão.
Quero vestir um fato especial
Voando; com Alcofrisbas, Nostadamus,
Omega e também Parafagamus
Percorrendo o território sideral.
Não sabendo se há na Lua Selenitas,
Nem que esforços e perigos correrei;
Mas porque sonho maravilhas infinitas
Não é pequena a alma que terei.
É pois isto que me move,
A terra é a minha prisão,
Vou na brasa, vou a nove,
Quero a Lua em minha mão.
Ver cada vez mais perto o rosto inerme,
Conseguir desvelar-lhe os pormenores,
Tocar-lhe suavemente a epiderme
Mergulhando talvez por um dos poros.
Explorar-lhe, logo após, vales e faces
(Como se ela estivesse toda nua)
A visível, a oculta e os entrelaces
Conhecer quem tu és, ó bela Lua!
Possa eu ir onde quiser
A Terra é a minha prisão,
Mãe te digo, haja o que houver,
Quero a Lua em minha mão.
Raul Henriques
in "Celestino Ventura e o século da Lua"
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10 de dezembro de 2017
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2 de dezembro de 2017
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19 de novembro de 2017
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1 de novembro de 2017
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21 de outubro de 2017
Para a Filipe Ramos Rosa.
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8 de outubro de 2017
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2 de outubro de 2017
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17 de setembro de 2017
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22 de agosto de 2017
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14 de agosto de 2017
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9 de julho de 2017
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2 de julho de 2017
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24 de junho de 2017
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