19 de maio de 2007

"L'oeillet" de Pablo Picasso

Esta é a madrugada que eu esperava
O dia inicial inteiro e limpo
Onde emergimos da noite e do silêncio
E livres habitamos a substância do tempo.

Sophia de Mello Breyner Andersen
in Exposição "Cem Anos de Cidadania"
Fevereiro 2000




Eu, a J. e J.P. conhecemo-nos nas campanhas de alfabetização de 1974, se não fosse o 25 de Abril, provavelmente nunca nos teríamos desfrutado. Todos os anos a 25 de Abril almoçamos com a nossa única alfabetizada.
Eternamente agradecidos por TUDO.

3 comentários:

Maria disse...

No dizer de Jean Paul Sartre, o homem está condenado à liberdade da escolha.
Santificado seja o cravo de cheiro, o que se toca no átrio de igreja e anima a festa da paróquia, os da lapela que em jeito de alfinete de dama nos acendem os olhos...como os de um gato.
A todas as flores de Abril e restante família, uma esperança acesa no devir.

Beijos mil

São

Maria disse...

Jainho.....

Delicio-me a escrever estas "baboseiras". Imagino-te a olhar de esguelha, nariz arrebitado, voz bem colocada (Incisiva e cáustica).....E como quem não quer a coisa, ou melhor, como quem vai apanhar o comboio....."lá estás tu com brejeirices"
Não suporto,,,não suporto,,,não suporto!


ahahahaha
Beijinhos
são

rosário disse...

Brejeirices o que escreves?
Estás TONTA ou quê?

rosário