3 de maio de 2011



Meu doce amigo, levar-te-ei aos países do sol, onde o vento nos reconhece a voz no sussurro dos bosques, mostrar-te-ei as nascentes de luz por entre os musgos que nunca nos esqueceram...
Levaremos na bagagem sómente os objectos inúteis, que poderemos trocar, dar ou esquecer.

Al Berto
1980

3 comentários:

iMia disse...

O que faria a Zazou se se apanhasse num bosque?

joanovsky disse...

Com um novelo de lã uniria de branco as árvores (quais cadeiras do escritório), e pôr-se-ia de pé de nariz para o ar tentando gravar novo odor de vento.
Não. Provavelmente reconheceria apenas o país do sol e ficava ali, de pança bem branca e olhos semi-cerrados (até que um bicho os colorisse bem de preto), para logo a seguir voltar a esquecer o musgo que, com certeza, nunca esqueceria as suas garras.

Os bosques não foram feitos para Zazu.
Mas a destemida pensa ter sido feita para eles.

Joana, aqui da casa.

Maria disse...

No país do sol há um anjo azul e búzios de cheiro, paladares sentidos que nos afloram a memória na busca de ti.
Levar-te-ei gnomos de chocolate, ao gosto das crianças,,,e num gesto pequenino,,,Pfff!


Um beijo verde

Maria