7 de fevereiro de 2010

"Orange Cowboy" (Ikone IX) de Hannes Schimd

A propósito de "A Desaparecida"

Quem nunca amou um western não é digno de ser cinéfilo.
Quem não ama este western em particular, desista de ver filmes.
Só por ele, Ford e Wayne já têm lugar no Panteão.

Desconheço o autor deste artigo,
in "DNA" Março 2001

3 comentários:

comboio turbulento disse...

A tua filha Joana merece o belíssimo "instant".
Eu sou o "desaparecido" que sempre aparece :)
É sempre um momento de grande gozo cair aqui, acredita.
Obrigado pelas tuas palavras

Anónimo disse...

Filme de culto. Belíssimo. Cinema lembra-me o João Bénard, meu cinéfilo de culto!
Chau

Henrique disse...

vi "a desaparecida"felizmente sem ter idade para isso;era tão miúdo que fiquei ferido para o resto da vida: como é que uma boneca de trapos pode ser tão importante?porque se fez uma guerra contra gente tão pura e boa?nunca me senti tão próximo dos índios americanos como nesse momento e percebi (repito:era um puto) que os sentimentos são os mesmos independentemente de raça ou cor de pele.Este filme ensinou-me a ser pessoa no sentido lato e a perceber a perversidade do conquistador, e a revolta infinita do outro lado. E já era amigo da cultura índia, sem saber porquê, que se manteve até hoje, 20 de Fevereiro de 2010.