25 de abril de 2008
15 de abril de 2008
y para despertar a los adultos.
Jorge Bucay
Outubro 2007
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9 de abril de 2008
O 100º
que vos quero deixar
é o humor.
Pai
1977
E somos muitos.
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5 de abril de 2008
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21 de março de 2008
te franqueie as portas,
se esgueire pelas frinchas
e te penetre pelos poros,
inundando-te de tudo de bom
positivo
optimista
e Primaveril.
Jonita
Primavera 2003
Para todos.
Para a Jonita, com quem troco um postal de primavera desde 1979 e me passou o ritual.
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18 de março de 2008
Não sei para onde vou
mas já vou a caminho.
Carl Sandburg
Outubro 2007
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16 de março de 2008
Eu digo: viver é a minha razão de escrever.
António Alçada Baptista
in "DNA"
Agosto 1999
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9 de março de 2008
O Marquês de Pombal é uma estrela a crescer. As avenidas afluentes despejam caudais de professores, da Grande Lisboa, da Região Centro, do Norte, do Sul.
Paulo Moura
in "Público"
9 Março 2008
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8 de março de 2008
Senhor Gonçalves
in uma por rolo
Novembro 2007
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27 de fevereiro de 2008
Falha outra vez.
Falha melhor.
Samuel Beckett
in "Público", Agosto 2007
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15 de fevereiro de 2008
Triste é não ter ideias para mudar.
Francis Bacon
Janeiro 2008
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7 de fevereiro de 2008
30 de janeiro de 2008
a inspiração chegar
me encontre acordado.
Pablo Picasso
in Expresso
Outubro 2007
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27 de janeiro de 2008
Entre saias que rodam e olhares que se cruzam desprevenidamente, aos poucos fui descobrindo a simplicidade com que nos podemos entregar ao que não conhecemos. Aos poucos fui descobrindo a alegria de uma chappeloise e o êxtase de um círculo, danças que nos fazem trocar de par e oferecer o que não somos a quem nos vê pela primeira vez. E segunda, e terceira e quarta. Aos poucos fui descobrindo o desenrascar em gargalhadas de uma scotish, dança de pares que nunca trocam. Aos poucos fui descobrindo, o jogo de sedução que é uma burrée, onde sem nunca tocarmos no nosso par, o perseguimos e o fazemos perseguir-nos, com voltas e fingimentos e sorrisos. Mas sobretudo com os olhos. Quando os olhos sorriem só por si, ou fitam, ou fixam, numa burrée nem é preciso fazermos sorrir a cara. É como se os olhos comandassem o nosso corpo, e o corpo de quem dança connosco. Somos comandados também, claro que somos e gostamos.
Porém a dança que mais prazer me deu descobrir (ou talvez desvendar) foi a mazurka. É uma dança a pares, o homem conduz a mulher. Entre a subtileza de um "up" e a naturalidade de voltas leves, entregamos tudo por uma música e inconscientemente fazemos os olhos fechar, e acordar só no fim.
Gosto sobretudo do encanto de todas as cores em que nos transformamos while dancing. Transformamo-nos? Acho que sim. Não. Não sei se. Afinal, pela música de Manuela Azevedo dos Clã "dançar é apenas um modo mais intenso de existir, é sentir o tempo do mundo, e deixar-se ir...".
Deixo-me ir. No fim, abro os olhos e inclino-me ligeiramente. Agradeço.
in" Comtextos"
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21 de janeiro de 2008
A cor é o teclado...O artista é a mão que toca o piano.
Vassily Kandinsky
in "Tesouros de Arte"
Outubro 2007
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13 de janeiro de 2008
floresce porque floresce.
Não cuida de si própria,
não pergunta se a vemos.
Angelus Silesius
Março 1992
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7 de janeiro de 2008
é conseguir deixá-lo.
Irvin D. Yalom
in "A cura de Schopenhaur"
Novembro 2007
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1 de janeiro de 2008
Dia Mundial da Paz?
in Público
Novembro 2007
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28 de dezembro de 2007
Os extremistas usarão todos os meios sangrentos à disposição para atacar e impedir a causa da democracia. Os extremistas prosperam em uma ditadura. Sabem que a moderação e a democracia marcarão o seu fim. Nada os fará retroceder no intuito de destrui-las.
Os extremistas sabem que a democracia pode salvar o Paquistão das políticas de terror preconizadas pelos senhores da Guerra. Tentam tomar o controle do estado atacando e desafiando as forças da ordem.
Mas não poderão assassinar os sonhos,
não poderão assassinar as esperanças que os paquistaneses pobres têm na democracia e num futuro melhor.
Benazir Bhutto
Jornal "Le Figaro"
Outubro 2007
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24 de dezembro de 2007
19 de dezembro de 2007
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12 de dezembro de 2007
Em vez disso, é espectador da sua própria vida e figurante de vidas alheias.
Senhor Gonçalves
in " uma por rolo" blogspot.com
Novembro 2007
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1 de dezembro de 2007
rosário
Novembro 2007
Acho que comecei a amá-la no preciso momento em que me pegou ao colo pela primeira vez.
A casa da avó era um Mundo e a Gracinda ocupava grande parte dele, com o seu carinho, a sua paciência, a sua generosidade, a sua cumplicidade, a sua dedicação total.
E tinha, para além de nós, uma extrema devoção à sua Nossa Senhora.
Quantas vezes a ouvi rezar o terço enquanto cozinhava e fui com ela à igreja cumprir promessas que ela fazia por mim, quando algo corria menos bem.
Excelente cozinheira, guardo comigo uma infinita memória de sabores, pessoais e intransmissíveis.
Tinha porém um enorme defeito, quase imperdoável: gostava mais do meu irmão do que de todos nós. E um dia, no ímpeto da minha incontrolável revolta dos meus 4 anos, dirigi-me a ela e fui dura:
- Ai gostas mais do meu irmão? Pois vou dizer à avó que te mande embora.
A minha avó morreu, felizmente muito tarde, e a Gracinda regressa à Lousã, depois de 50 anos connosco.
Primeiro foi para um sistema de lar/apartamento e, apesar de muito apreensiva com o regresso depois de tantos anos de ausência, rapidamente começou a desfrutar da nova vida comentando inúmeras vezes que estava a ter "uma velhice regalada".
Sempre bem disposta, comentou comigo um passeio que havia dado:
- Olhe menina, era umas estradas tão direitinhas, tão alcatroadinhas...
Era assim a Gracinda.
Ultimamente já vivia no lar, pois as pernas e a memória deixaram-na mais dependente.
No ano passado, quando a visitei, tive um leve choque ao aperceber-me que ela já não me conhecia, e às minhas primeiras insistências de "não te lembras de mim? Então quem sou eu?". ela responde com a sua enorme educação e elegância:
- Tenha paciência.
Passei com ela uma tarde inesquecível.
A Gracinda tinha esquecido os 50 anos de Lisboa, excepto numa coisa que repetia de quando em vez:
- Nunca tirei um tostão.
Mostrei-lhe fotografias da família, ao que ela se limitou a comentar:
- São todos muito bonitos.
Manifestei-lhe o meu afecto e ela olhava-me de esguelha sorrindo, sem perceber porque é que uma desconhecida lhe dava tantos beijos e abraços.
No final da tarde e à despedida, diz-me:
- A senhora vai voltar a visitar-me?
- Claro que sim- respondi.
Voltei lá este ano. Senti que era a despedida.
- Fiquei mais contente do que eu pensei...- disse.
- Tenho tido tantos beijinhos da menina...- disse.
- Lindinha...- disse.
Esqueceu-se de nós mas nunca se esqueceu da sua Nossa Senhora e quem a visitava, encontrava-a muitas vezes sozinha na capela a rezar.
A Gracinda morreu esta semana e se há coisa de que eu não tenho dúvidas é que a sua Nossa Senhora ansiava há muito por a abraçar.
Sempre,
rosário
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30 de novembro de 2007
De amor e só de amor se fala nesta que é a mais terna e triste das películas românticas.
A dádiva merece retribuição e eis um filme para amar sem conta nem medida.
in DNA
Março 2001
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25 de novembro de 2007
e quando chegares
não me acordes
deixa-me sonhar!
A.Á.M.
Setembro 2005
Sobre um mesmo fundo, palavras do meu Tio, pela voz de meu Pai.
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15 de novembro de 2007
segundo o amor tiverdes
tereis o entendimento de meus versos.
Luís de Camões
Junho 1996
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11 de novembro de 2007
para a gente saber como é a alegria.
António Alçada Baptista
in "O Riso de Deus"
Fevereiro 1994
Hoje é para a Zazu.
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27 de outubro de 2007
mais pequeno surge aos olhos daqueles que não sabem voar.
Nietzsche
Outubro 2007
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21 de outubro de 2007
qu'il s'agisse de notre travail ou des vêtements que nous portons.
David Kessler
in "Leçons de Vivre"
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16 de outubro de 2007
não conhecem o ciclo das estações
por isso estão sempre em flor.
Agosto 1980
Esta frase tem dono. Quem souber o seu autor, agradecia que me informasse.
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5 de outubro de 2007
Teresa Ricou
in "Público"
Setembro 2007
Jean Costeau
in "Expresso"
Setembro 2007
A minha arte é poética, profundamente humana, traz consigo uma mensagem que tem raízes populares e, como toda a arte satírica e trágica, é uma arte de vanguarda.
Marcel Marceau
in "Expresso"
Setembro 2007
Os meus pais levaram-me a ver Marcel Marceau.
Eu levei as minhas filhas a verem Marcel Marceau.
Tenho sorte.
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26 de setembro de 2007
escreve do outro lado.
Juan Ramón Jimenez
Agosto 2003
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21 de setembro de 2007
Quem procura alguma coisa, já a encontrou de alguma maneira.
António Ramos Rosa
in entrevista DNA
Julho 1998
É neste emaranhado de linhas e cores que encontro a cor que preciso. A grande maioria dos postais publicados foi feita com estes restos de linhas provenientes de outros "entreténs" e que guardo desde sempre. Muitas vezes têm sido grande ajuda, pois quando olho de relance encontro uma combinação de tons que "tem tudo a ver" com o que estou a fazer nesse momento.
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16 de setembro de 2007

Books have allways been living things to me. Some of my encounters with new authors have change my life a little. When I have been perplexed, looking for something I could not define to myself, a certain book has turned up, approched me as a friend would. And bethen it's covers, carried the questions and the answers I was looking for.
Liv Ullman in "Changing"
1979
Foi com passagens deste livro que iniciei a minha recolha de textos.
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9 de setembro de 2007
se pudesse
saltar, saltava.
Maria do Céu Esteves
ex-enfermeira-paraquedista
in "Diário de Notícias"
Agosto 2007
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4 de setembro de 2007
José Manuel dos Santos
Quem disse que o Paraíso não mora aqui?
Tens a Terra em toda a sua força telúrica debaixo dos pés e o verde que nada nos teus olhos. Crateras pequenas de onde nasce uma alegria imensa...
Ah! E estás sempre à espera de ver saltar um fauno por entre o denso arvoredo...
Cristina Sopas
Agosto 2007
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27 de agosto de 2007
Dos actores fica a memória, mas essa morre com as pessoas.
Mário Viegas
Junho 1996
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20 de agosto de 2007
Provérbio siciliano
Agosto 2007
Arrivederci!
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18 de agosto de 2007
Comecei em 1979 e nunca mais parei.
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6 de agosto de 2007
para dele nos servirmos em abundância.
Eduardo Paz Barroso
in Bienal de Vila Nova de Cerveira
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30 de julho de 2007
António Alçada Baptista
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26 de julho de 2007
solta-nos o instinto de agarrar o instante.
Henrique Schreck
Julho 2003
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23 de julho de 2007
José Saramago
in "1993"
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16 de julho de 2007
Templo Xintoísta
Aqui aprende a pedra
a ser igual à flor
Aqui a flor se adestra
a ser igual ao pássaro
E nós a ser por dentro
pássaro pedra flor
noutra onda do Tempo
noutra curva do espaço.
Para o pequeno David no dia em que nasceu.
Bordei este postal há uns anos e mais uma vez não sei o nome do autor. As minhas desculpas.
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15 de julho de 2007
Faria uma t-shirt que mostrava Lisboa como capital da arte na rua da europa, do mundo ou do universo.
E para isso, pura e simplesmente, se eu fosse Presidente da Câmara de Lisboa, criava um Concurso Internacional, alugando os espaços que vão do Marquês até ao rio para artistas de rua e fazia um concurso internacional para artistas de rua, para o mundo inteiro e depois eles explorariam esses espaços.
A t-shirt mostraria toda a vibração da arte da rua na cidade de Lisboa.
António Câmara
in "Um Dia Por Lisboa"
Junho 2007
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11 de julho de 2007
Sérgio Godinho
in programa do Concerto no Coliseu
Junho 1983
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7 de julho de 2007
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4 de julho de 2007
Muito Obrigada!
Por todos vós, vou continuar sem timing, sem rumo.
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3 de julho de 2007
Este anunciava o que veio a seguir.
Este tem outra técnica, dificílima para quem não consegue sequer, fazer um risco direito com uma régua.
Este é o fim de uma temporada.
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2 de julho de 2007
E a chabe pró abrir
Num tenho mais nada que dar
Nem tu mais que me pedir.
in pano dos namorados
2005
Foi o primeiro dos 50 que fiz para J. É o último desta série. Dirão que só estão 49 e é verdade. Amanhã saberão porquê.
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